Vilma Birelli nasceu em 28 de maio de 1969, em Cafelândia, interior de São Paulo
Há acontecimentos que parecem pequenos quando ocorrem, mas permanecem dentro de nós por toda uma
vida. São encontros, despedidas, afetos, perdas, esperanças, escolhas, lembranças e situações
aparentemente comuns que, quando observadas com sensibilidade, revelam muito sobre quem somos.
É nesse território que nasce Brincar de Viver - Cenas do Cotidiano, obra da escritora Vilma Birelli, publicada
pela Editora Viseu. Em 112 páginas, a autora percorre emoções e experiências humanas por meio de uma
escrita intimista e reflexiva, fazendo do cotidiano não apenas cenário, mas matéria literária.
O livro transita entre a poesia, a memória e a reflexão sobre a existência. Em suas páginas, sentimentos
ganham voz e situações humanas são revisitadas a partir de um olhar que procura perceber aquilo que, na
pressa da vida, muitas vezes passa despercebido. Amor, perda, esperança, resiliência e as transformações
provocadas pelo próprio ato de viver atravessam a obra.
Mais do que contar acontecimentos, Vilma Birelli procura encontrar significado neles. É justamente essa
perspectiva que aproxima Brincar de Viver do leitor: embora as experiências possam partir de cenas
particulares, os sentimentos que emergem delas são universais.
“Quantas histórias extraordinárias podem estar escondidas naquilo que chamamos
simplesmente de cotidiano?”
Parte da venda terá um propósito especial: R$ 15,00 de cada exemplar vendido será destinado
à comunicadora Kátia Brito, da Jovem Pan, que fica nas instalações do Plaza Avenida
Shopping, em São José do Rio Preto, como contribuição para o seu tratamento oncológico.
QUANDO O COTIDIANO SE TORNA LITERATURA
O próprio título da obra revela uma provocação. Brincar de viver não significa tratar a existência com
superficialidade. Ao contrário: sugere reconhecer que viver também é experimentar, descobrir, errar, reconstruir
caminhos, estabelecer relações e aprender enquanto a própria história acontece.
As peças de quebra-cabeça que compõem a capa reforçam visualmente essa ideia. Cada fragmento
representa uma cena, uma experiência, uma paisagem, uma memória. Separadamente, são pequenos
acontecimentos. Juntos, ajudam a formar aquilo que chamamos de vida.
Essa metáfora encontra correspondência na proposta literária da obra: somos também constituídos pelas
inúmeras cenas que acumulamos ao longo do caminho. O cotidiano deixa de ser apenas rotina. Torna-se
memória, emoção, reflexão - e, nas mãos da autora, literatura.
UMA ESCRITA QUE BUSCA IDENTIFICAÇÃO
Brincar de Viver - Cenas do Cotidiano estabelece uma relação de proximidade com quem lê. A narrativa parte
de experiências humanas reconhecíveis e abre espaço para que cada leitor encontre suas próprias lembranças
dentro das reflexões propostas pela autora.
Em determinados momentos, a leitura provoca ternura. Em outros, saudade. Há espaço para a dor, mas
também para a esperança; para aquilo que foi perdido, mas igualmente para aquilo que pode ser reconstruído.
Essa alternância entre delicadeza e profundidade dá à obra seu caráter intimista. Não se trata apenas de
observar a vida de fora. O convite é senti-la.
SOBRE A AUTORA
Vilma Birelli nasceu em 28 de maio de 1969, em Cafelândia, interior de São Paulo. Ainda criança, teve a
trajetória marcada por mudanças familiares e por experiências que contribuíram para formar seu olhar atento
sobre vínculos, pertencimento e transformação.
Hoje vive em São José do Rio Preto (SP). É contadora, consultora empresarial, executiva de Controladoria e
Negócios Corporativos, podcaster e escritora.
Na literatura, esse olhar profissionalmente treinado para observar detalhes encontra outra direção. Em vez de
números, processos e indicadores, a autora se aproxima de sentimentos, memórias, relações e experiências
humanas.
É desse encontro entre observação, sensibilidade e experiência que nasce Brincar de Viver - Cenas do
Cotidiano.
ENTRE OS NÚMEROS E AS PALAVRAS
A trajetória da autora cria um contraste singular. De um lado, a precisão dos números. Do outro, a subjetividade
das palavras. Na vida profissional, Vilma Birelli trabalha com aquilo que pode ser mensurado; na literatura,
aproxima-se justamente do que não cabe facilmente em planilhas: amor, ausência, saudade, esperança,
lembranças e relações.
São universos aparentemente distintos, mas unidos por uma característica comum: a observação. E é
observando a vida que a escritora encontra histórias onde muitas pessoas enxergariam apenas
acontecimentos comuns.
UMA OBRA SOBRE AQUILO QUE FICA
A ficha catalográfica situa a obra nos campos da literatura brasileira, poesia, reflexões sobre a vida, emoções
humanas, existência e cotidiano. Essa amplitude ajuda a compreender Brincar de Viver: não é apenas um livro
sobre acontecimentos, mas sobre aquilo que os acontecimentos deixam dentro das pessoas.
É uma obra sobre marcas do tempo, relações, transformação e sobre a capacidade humana de continuar
escrevendo a própria história, mesmo quando algumas peças do caminho parecem não se encaixar.
Brincar de Viver - Cenas do Cotidiano nasce desse olhar: um convite para observar, recordar, sentir e perceber
que viver talvez seja a história mais importante que cada um de nós terá para contar.
AÇÃO SOLIDÁRIA - LITERATURA QUE SE TRANSFORMA EM CUIDADO
A iniciativa amplia o significado de Brincar de Viver: um livro que fala de humanidade, esperança e da força dos
vínculos passa também a gerar apoio concreto. Para o público, a compra deixa de ser apenas a aquisição de
uma obra literária e se torna participação em uma corrente de cuidado e solidariedade.
Comprar o livro, neste momento, é também ajudar a escrever uma história de apoio, presença e
esperança.
AGENDA DE LANÇAMENTO
O lançamento oficial de Brincar de Viver - Cenas do Cotidiano acontece em 25 de setembro de 2026, às 19
horas, no Rio Preto Shopping. Na mesma ocasião, Vilma Birelli apresentará os novos quadros de seu
podcast, reunindo em um único evento duas frentes de sua atuação: a literatura e a comunicação.