Secretaria Municipal da Saúde garantiu que está em articulação permanentemente no combate ao mosquito transmissor
O Secez (Setor de Controle de Endemias e Zoonoses) realiza rotineiramente visitas nas casas (Foto: Prefeitura de Votuporanga)
Daniel Castro
daniel@acidadevotuporanga.com.br
Apesar da cidade não apresentar epidemia, os números da dengue em Votu-poranga seguem preocupando. Em média, são seis novos casos da doença por dia no município, motivo de alerta.
Ao jornal A Cidade, a Prefeitura de Votuporanga, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, informou que registrou 704 casos positivos da dengue e 2.100 notificações da doença neste ano. Até o momento, não houve registro de óbito no Município.
O Poder Executivo garantiu ainda que a Secretaria Municipal da Saúde está em articulação permanentemente com as Vigilâncias Ambiental e Epidemiológica e, estas, com as unidades básicas de saúde, unidades de pronto atendimento e hospitais buscando os casos suspeitos e monitorando o tratamento e evolução dos mesmos.
Já as equipes do Secez, durante todo o ano, recolhem criadouros, orientam munícipes prevenindo novas infecções, percorrem as escolas com trabalhos de prevenção para os escolares. No trabalho de controle ao Aedes Aegypti, a Secretaria Municipal de Saúde, também por intermédio do Secez (Setor de Controle de Endemias e Zoonoses), realiza rotineiramente visitas nas casas, como também, arrastões, bloqueios, pulverizações, eliminação de criadouros, orientações aos moradores e trabalho de educação em saúde nas escolas, indústrias, clubes de serviços, igrejas, entre outros.
A Prefeitura pede que as pessoas redobrem os cuidados em suas residências, verificando o armazenamento de água parada e os recipientes que possam acumular água e virar criadouros do mosquito. “Orientamos a população a manter os quintais limpos, eliminando garrafas, sacolas plásticas, entre muitos outros recipientes que possam acumular água da chuva”, destacou.
É igualmente importante, acrescentou o Executivo, lavar os bebedouros dos animais com água, bucha e sabão; limpar calhas, utilizar produtos (detergente, sabão em pó) nos ralos internos e externos para assim evitar a proliferação do vetor. “Os munícipes devem procurar a unidade de saúde mais próxima, imediatamente, após os primeiros sinais e sintomas, e nos fins de semana, as unidades de pronto atendimento”, explicou.